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Mosteiro da Batalha perde seis ciprestes nos claustros

  • Foto do escritor: Voz de Portugal
    Voz de Portugal
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura

Batalha, Leiria, 03 fev 2026 (c/ Lusa) - Seis ciprestes que existiam no interior do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha, no distrito de Leiria, caíram na sequência da passagem da depressão Kristin, informou hoje a diretora do monumento.

“Os danos principais são a queda dos seis ciprestes nos claustros Real e de D. Afonso V, que precisam de ser removidos”, respondeu a diretora do Mosteiro da Batalha, Clara Moura Soares.

Uma das árvores caídas, ao embater no edifício, “danificou algumas flores de lis de pedra de coroamento”, acrescentou a responsável.

A força do vento provocou também “o desprendimento das extremidades de alguns pináculos em diversos pontos do monumento”.

Os claustros foram as zonas mais afetadas no Mosteiro da Batalha e será aí, de acordo com Clara Moura Soares, que se vão evidenciar mais diferenças na futura visitação.

“Os visitantes vão notar, essencialmente, a ausência das árvores, que eram de grande porte e preenchiam os dois jardins”, salientou.

O monumento está atualmente encerrado ao público, dependendo a reabertura da desobstrução dos claustros: “Esperamos que tal possa suceder em breve”.

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha (distrito de Leiria), resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória na Batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.

O monumento é Património Mundial da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura desde 1983.

Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados.

Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 69 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

 


 
 
 

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