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Covid-19: Marcelo defende que imagem externa de Portugal continua “muito positiva



Lisboa, 08 jun 2020 – O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que a “verdade e transparência” dos números sobre a covid-19 em Portugal, concretamente na região de Lisboa, não prejudica a imagem externa do país, que continua “muito positiva”.

Questionado pelos jornalistas no final da oitava reunião no Infarmed, em Lisboa, que junta especialistas, políticos e parceiros sociais para analisar a situação epidemiológica da covid-19 em Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que a imagem externa do país é “genericamente muito positiva”.

De acordo com o Presidente da República, a opinião de outros chefes de estado, chefes do Governo, ou o “que se lê na imprensa estrangeira” são exemplo disso mesmo, apesar daquela que foi a “percepção interna” que “dominou as últimas semanas quanto à região de Lisboa e Vale do Tejo”.

“A percepção genérica é de tal maneira que eu ainda ontem estive nos Açores e em vários jornais internacionais se falava do paraíso que é os Açores”, referiu, destacando “a importância para o turismo” e a chegada ao Algarve dos primeiros grupos turísticos organizados.

Assim, na perspectiva de Marcelo Rebelo de Sousa “a verdade e a transparência que tem havido, e deve continuar a haver, quanto aos números na evolução do surto” não prejudicou “a imagem externa do país”.

“Não estou mais preocupado. Até direi que, eu não quero dizer que estou menos preocupado, que aí os portugueses interpretam-me mal, mas olhando para os números, inclusive da região de Lisboa e Vale do Tejo, eu diria que com aquelas pistas explicativas que dei, eu sinto que a descida do número de mortes, a situação de controlo no SNS – atual e a previsão potencialmente futura – tudo isso me leva a entender que se os portugueses continuarem num nível de responsabilidade que genericamente têm mostrado, que a evolução vai ser positiva e isso é bom para todos”, respondeu.

Para o Presidente da República, “os portugueses têm que perceber que Portugal não é uma realidade abstrata” e, por isso mesmo, “tudo o que correr bem, na compatibilização entre vida, saúde, economia e sociedade, emprego, situação salarial, arranque das empresas, é bom para cada um dos portugueses”.

“Se me pergunta estou mais preocupado, não estou. Não estou mais preocupado. Sinto que se está a acompanhar atentamente o que se passa e espero que os números confirmem nas próximas semanas uma evolução positiva por todo o país”, assegurou.

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